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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Linkin Park: banda diz que próximo álbum será “insano”
Segundo o Terra, o vocalista do Linkin Park, Chester Bennington, confirmou que a banda está em estúdio. Em entrevista à MTV americana, o cantor disse que o repertório não é nenhum problema. "Estamos gravando. Temos uma tonelada de músicas. É sério, é ridículo", conta Chester.
O próximo trabalho do Linkin Park está sendo produzido por Rick Rubin, assim como aconteceu com o anterior “Minutes to Midnight”. O cantor revelou que o novo disco promete ser bem “insano”. “É como se pensássemos em fazer algo que nunca ninguém fez e acabe custando milhões de dólares e demore muito tempo. Vamos tentar descobrir algum jeito de tirar alguma insanidade grandiosa do que estamos fazendo", explica o vocalista.
O álbum ainda não tem título definido, mas a previsão é de que o novo disco seja lançado até meados de 2010. Chester aproveita para tranqüilizar os fãs quanto ao futuro do Linkin Park. "Vamos fazer mais turnês e gravar muitos discos. Estamos até pensando em fazer um festival só com as bandas que tocamos. Podemos até chamar de turnê narcisista", brinca o vocalista.
Com a banda paralela de Chester Bennington, DEAD BY SUNRISE, a todo vapor e os outros integrantes envolvidos em diferentes projetos musicais, começaram a surgir rumores na mídia de que a carreira do Linkin Park estaria chegando ao fim.
Fonte desta matéria: Terra Música
O próximo trabalho do Linkin Park está sendo produzido por Rick Rubin, assim como aconteceu com o anterior “Minutes to Midnight”. O cantor revelou que o novo disco promete ser bem “insano”. “É como se pensássemos em fazer algo que nunca ninguém fez e acabe custando milhões de dólares e demore muito tempo. Vamos tentar descobrir algum jeito de tirar alguma insanidade grandiosa do que estamos fazendo", explica o vocalista.
O álbum ainda não tem título definido, mas a previsão é de que o novo disco seja lançado até meados de 2010. Chester aproveita para tranqüilizar os fãs quanto ao futuro do Linkin Park. "Vamos fazer mais turnês e gravar muitos discos. Estamos até pensando em fazer um festival só com as bandas que tocamos. Podemos até chamar de turnê narcisista", brinca o vocalista.
Com a banda paralela de Chester Bennington, DEAD BY SUNRISE, a todo vapor e os outros integrantes envolvidos em diferentes projetos musicais, começaram a surgir rumores na mídia de que a carreira do Linkin Park estaria chegando ao fim.
Fonte desta matéria: Terra Música
Linkin Park: Shinoda quer que a banda volte às raízes
Segundo o site Entermagazine, Mike Shinoda, do Linkin Park, quer recuperar a atitude presente no disco de estréia da banda, “Hybrid Theory”, que catapultou o Linkin Park ao estrelato. Segundo o músico, o novo álbum não indica uma direção para futuros trabalhos. “Não acho que a ´New Divide´ indique a direção em que iremos no próximo disco. Mentalmente queremos voltar ao que fizemos no ´Hybrid Theory´”, revela Shinoda.
De acordo com ele, a meta do Linkin Park deve ser retornar ao "senso de identidade" presente no primeiro álbum. “Não que queiramos soar daquele jeito, porque não acho que seja isso. Mas porque queremos fazer este disco com identidades, esperamos que com uma que ninguém ainda tenha escutado. Algo que você possa escutar e dizer, ‘Isso é novíssimo... definitivamente é Linkin Park, mas é diferente”, completa Shinoda.
Fonte desta matéria: Entermagazine
De acordo com ele, a meta do Linkin Park deve ser retornar ao "senso de identidade" presente no primeiro álbum. “Não que queiramos soar daquele jeito, porque não acho que seja isso. Mas porque queremos fazer este disco com identidades, esperamos que com uma que ninguém ainda tenha escutado. Algo que você possa escutar e dizer, ‘Isso é novíssimo... definitivamente é Linkin Park, mas é diferente”, completa Shinoda.
Fonte desta matéria: Entermagazine
Linkin Park: “agora posso escrever sobre o que eu quiser”
O vocalista do LINKIN PARK, Chester Bennington concedeu uma entrevista ao site Ultimate Guitar (http://www.ultimate-guitar.com) na qual falou sobre seus problemas pessoais, o LINKIN PARK, seu novo projeto DEAD BY SUNRISE e como os três estão relacionados. Abaixo podem ser conferidos alguns trechos da conversa.
O conceito por trás do DEAD BY SUNRISE certamente parece ser um empreendimento totalmente incomparável ao seu trabalho passado. Algumas das canções eram originalmente destinadas ao Linkin Park? Ou sua intenção sempre foi criar um projeto solo separado?
Bennington: “A idéia original era que elas fossem músicas do Linkin Park. Originalmente, quando eu comecei a escrever, haviam diferenças óbvias. Elas estavam um pouco grunges demais. Eles possuíam um pouco de ‘guitarras acústicas’ demais.
Eles foram muito legais, mas eles diziam, ‘Eu não sei onde poderíamos usar sem mudar as músicas.’ E eu disse, ‘Tudo bem. Entendo perfeitamente e você está certo. Este material é muito parecido com isso - mas é isso que eu gosto sobre ele.’ Então se tivesse por vota de 20 ou 30 músicas que eu queria fazer os caras diriam ‘Ah, tudo bem.’ Teria sido assim: ‘Tudo bem. Vamos em frente.’
Todos falaram, ‘Esta é uma ótima música. Só não sei o que podemos fazer com ela. Talvez você devesse vender para alguém?’ E eu disse, ‘Ótima idéia. Vou vendê-la pra mim mesmo! Uma vez tive uma conversa sobre algumas músicas e eu disse ‘Eu não acho que devemos continuar com essas conversas, porque essas músicas têm aquelas coisas que as outras duas tinham.’ Simplesmente cresceu em uma compilação deste tipo de música. Agora sei como escrever para o DEAD BY SUNRISE e como escrever para o Linkin Park.”
Há quase que como uma vibração punk no single “Crawl Back In.” Quando você compara uma música com qualquer uma do Linkin Park, pode-se imaginar que houve uma abordagem muito diferente na composição?
Bennington: “Acho que há algumas coisas que são diferentes na forma como conduzo as canções com o DEAD BY SUNRISE, em oposição ao que eu faço com o Linkin Park. Meu papel no Linkin Park é entrar depois que a música é escrita e começar a cantarolar melodias até eu encontrar algo perfeito. Com o DEAD BY SUNRISE, eu posso escutar qualquer coisa na minha cabeça e sentar e tocar no violão. Se eu gostar, eu a aproveito. Se é uma música muito suave, então eu a trago pra dentro. Eu não me importo se é folclórica ou melosa.
Por exemplo, quando escrevi “Crawl Back In” eu ouvi aquilo na minha cabeça. Eu pensei “Isso é legal’. Então eu sentei e a escrevi. Eu juntei as partes e a aproveitei, e começamos a trabalhar nela. Eu simplesmente pensei, ‘Eu gosto disso, gosto de como soa. É legal.’ Se você escuta “Too Late” e “Crawl Back In’, Elas são completamente diferentes. Elas são tão diferentes em tantos aspectos que nem parecem que fazem parte do mesmo álbum. É meio louco. E se eu gosto, eu vou escrever. É basicamente assim que eu trabalho. Não me importo se uma música é death metal e a próxima é uma balada pop.”
Você trata abundantemente de assuntos pessoais nas letras do DEAD BY SUNRISE, incluindo o seu divórcio e problemas com álcool. Foi difícil falar sobre esses assuntos, e houve alguma música que foi particularmente difícil de escrever?
Bennington: “Acho que passar por isso foi difícil, mas eu sou muito bom em escrever sobre essas coisas. Uma vez eu cantei sobre ter sido abusado quando criança, e várias portas se abriram para mim.
Agora eu posso escrever sobre o que eu quiser. Ninguém sabia sobre isso até aquele dia. Meus pais falaram ‘O quê?’ e eu conclui que ‘Certo, se eu posso escrever sobre isso, posso escrever sobre o que eu quiser’.
Eu diria que eu não estava escrevendo músicas sobre os meus problemas particulares, enquanto eu estava passando por eles durante este álbum. Eu estava escrevendo sobre se apaixonar, e eu estava meio que dando voltas em torno deste assunto.
Depois que passei por tudo isso, foi quando comecei a escrever de uma forma mais clara e muito a frente do que eu passei. ‘Crawl Back In’ fala sobre surtos e quão difícil é isso. “Condemned” é sobre um caso amoroso no qual você se sente um merda. Era muito estranho para mim, porque essas idéias simplesmente começaram a chegar.
Não tento mudar muito as coisas em minhas músicas. Se vem até mim, então vem a mim. Se não, eu espero alguns dias. Depois disso, eu deixo pra lá. Não vale a pena.”
Fonte desta matéria (em inglês): Ultimate Guitar
O conceito por trás do DEAD BY SUNRISE certamente parece ser um empreendimento totalmente incomparável ao seu trabalho passado. Algumas das canções eram originalmente destinadas ao Linkin Park? Ou sua intenção sempre foi criar um projeto solo separado?
Bennington: “A idéia original era que elas fossem músicas do Linkin Park. Originalmente, quando eu comecei a escrever, haviam diferenças óbvias. Elas estavam um pouco grunges demais. Eles possuíam um pouco de ‘guitarras acústicas’ demais.
Eles foram muito legais, mas eles diziam, ‘Eu não sei onde poderíamos usar sem mudar as músicas.’ E eu disse, ‘Tudo bem. Entendo perfeitamente e você está certo. Este material é muito parecido com isso - mas é isso que eu gosto sobre ele.’ Então se tivesse por vota de 20 ou 30 músicas que eu queria fazer os caras diriam ‘Ah, tudo bem.’ Teria sido assim: ‘Tudo bem. Vamos em frente.’
Todos falaram, ‘Esta é uma ótima música. Só não sei o que podemos fazer com ela. Talvez você devesse vender para alguém?’ E eu disse, ‘Ótima idéia. Vou vendê-la pra mim mesmo! Uma vez tive uma conversa sobre algumas músicas e eu disse ‘Eu não acho que devemos continuar com essas conversas, porque essas músicas têm aquelas coisas que as outras duas tinham.’ Simplesmente cresceu em uma compilação deste tipo de música. Agora sei como escrever para o DEAD BY SUNRISE e como escrever para o Linkin Park.”
Há quase que como uma vibração punk no single “Crawl Back In.” Quando você compara uma música com qualquer uma do Linkin Park, pode-se imaginar que houve uma abordagem muito diferente na composição?
Bennington: “Acho que há algumas coisas que são diferentes na forma como conduzo as canções com o DEAD BY SUNRISE, em oposição ao que eu faço com o Linkin Park. Meu papel no Linkin Park é entrar depois que a música é escrita e começar a cantarolar melodias até eu encontrar algo perfeito. Com o DEAD BY SUNRISE, eu posso escutar qualquer coisa na minha cabeça e sentar e tocar no violão. Se eu gostar, eu a aproveito. Se é uma música muito suave, então eu a trago pra dentro. Eu não me importo se é folclórica ou melosa.
Por exemplo, quando escrevi “Crawl Back In” eu ouvi aquilo na minha cabeça. Eu pensei “Isso é legal’. Então eu sentei e a escrevi. Eu juntei as partes e a aproveitei, e começamos a trabalhar nela. Eu simplesmente pensei, ‘Eu gosto disso, gosto de como soa. É legal.’ Se você escuta “Too Late” e “Crawl Back In’, Elas são completamente diferentes. Elas são tão diferentes em tantos aspectos que nem parecem que fazem parte do mesmo álbum. É meio louco. E se eu gosto, eu vou escrever. É basicamente assim que eu trabalho. Não me importo se uma música é death metal e a próxima é uma balada pop.”
Você trata abundantemente de assuntos pessoais nas letras do DEAD BY SUNRISE, incluindo o seu divórcio e problemas com álcool. Foi difícil falar sobre esses assuntos, e houve alguma música que foi particularmente difícil de escrever?
Bennington: “Acho que passar por isso foi difícil, mas eu sou muito bom em escrever sobre essas coisas. Uma vez eu cantei sobre ter sido abusado quando criança, e várias portas se abriram para mim.
Agora eu posso escrever sobre o que eu quiser. Ninguém sabia sobre isso até aquele dia. Meus pais falaram ‘O quê?’ e eu conclui que ‘Certo, se eu posso escrever sobre isso, posso escrever sobre o que eu quiser’.
Eu diria que eu não estava escrevendo músicas sobre os meus problemas particulares, enquanto eu estava passando por eles durante este álbum. Eu estava escrevendo sobre se apaixonar, e eu estava meio que dando voltas em torno deste assunto.
Depois que passei por tudo isso, foi quando comecei a escrever de uma forma mais clara e muito a frente do que eu passei. ‘Crawl Back In’ fala sobre surtos e quão difícil é isso. “Condemned” é sobre um caso amoroso no qual você se sente um merda. Era muito estranho para mim, porque essas idéias simplesmente começaram a chegar.
Não tento mudar muito as coisas em minhas músicas. Se vem até mim, então vem a mim. Se não, eu espero alguns dias. Depois disso, eu deixo pra lá. Não vale a pena.”
Fonte desta matéria (em inglês): Ultimate Guitar
Linkin Park: vocal perseguido por desconhecida
Sue Vorenberg, do jornal The Albuquerque Tribune informa:
A empresa Sandia National Laboratories demitiu uma funcionária acusada de usar um computador de propriedade dos laboratórios para invadir a linha telefônica e o computador de Chester Bennington, vocalista da banda Linkin Park, disse um porta-voz do laboratório.
Devon Lynn Townsend, que trabalhava no Technology and Manufacturing Group da Sandia, foi indiciada por fraude e atividades similares, de acordo com o processo arquivado num tribunal de Albuquerque, estado do Novo México, EUA.
Os laboratórios realizaram uma investigação interna nos últimos dias e decidiram encerrar o vínculo empregatício da funcionária na quarta-feira, 22 de novembro, disse Michael Padilla, porta-voz dos laboratórios.
Em outubro, um agente do Departamento do Escritório da Defensoria Pública do Inspetor Geral descobriu evidências de que Townsend tinha invadido o celular e o computador de Bennington e sua esposa, Talinda Bennington, de acordo com uma queixa-crime apresentada na segunda-feira anterior.
O Serviço Secreto dos EUA recebeu uma queixa dos Benningtons de que “uma pessoa desconhecida, sem autorização, de alguma forma acessou a linha telefônica Verizon Wireless”, de acordo com a queixa.
Segundo a queixa, o Serviço Secreto rastreou o acesso não-autorizado até um endereço eletrônico de propriedade da Sandia.
Os laboratórios inspecionaram o computador e rastrearam a atividade até uma conta de Townsend. O computador havia sido utilizado para acessar as linhas Verizon Wireless e mudar as senhas, de acordo a queixa.
Os investigadores da também encontraram um folder no micro que continha uma conta de 34 páginas da Verizon Wireless em nome dos Benningtons.
Fonte desta matéria: The Albuquerque Tribune
A empresa Sandia National Laboratories demitiu uma funcionária acusada de usar um computador de propriedade dos laboratórios para invadir a linha telefônica e o computador de Chester Bennington, vocalista da banda Linkin Park, disse um porta-voz do laboratório.
Devon Lynn Townsend, que trabalhava no Technology and Manufacturing Group da Sandia, foi indiciada por fraude e atividades similares, de acordo com o processo arquivado num tribunal de Albuquerque, estado do Novo México, EUA.
Os laboratórios realizaram uma investigação interna nos últimos dias e decidiram encerrar o vínculo empregatício da funcionária na quarta-feira, 22 de novembro, disse Michael Padilla, porta-voz dos laboratórios.
Em outubro, um agente do Departamento do Escritório da Defensoria Pública do Inspetor Geral descobriu evidências de que Townsend tinha invadido o celular e o computador de Bennington e sua esposa, Talinda Bennington, de acordo com uma queixa-crime apresentada na segunda-feira anterior.
O Serviço Secreto dos EUA recebeu uma queixa dos Benningtons de que “uma pessoa desconhecida, sem autorização, de alguma forma acessou a linha telefônica Verizon Wireless”, de acordo com a queixa.
Segundo a queixa, o Serviço Secreto rastreou o acesso não-autorizado até um endereço eletrônico de propriedade da Sandia.
Os laboratórios inspecionaram o computador e rastrearam a atividade até uma conta de Townsend. O computador havia sido utilizado para acessar as linhas Verizon Wireless e mudar as senhas, de acordo a queixa.
Os investigadores da também encontraram um folder no micro que continha uma conta de 34 páginas da Verizon Wireless em nome dos Benningtons.
Fonte desta matéria: The Albuquerque Tribune
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